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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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Castigo Máximo

03
Out21

Tudo ao molho e fé em Deus

De Arouca até Bragança


Pedro Azevedo

Os jogos com o Arouca não se disputam só no relvado e são sempre muito aguardados pelos adeptos. A coisa geralmente envolve animados encontros em túneis e casas de banho, experiências performativas com cigarros electrónicos e dissertações semânticas que pretendem evocar o melhor da literatura  de Bocage. Associados estão também mulrifacetados números de circo, desde as palhaçadas a cargo do Lito das cambalhotas até ao contorcionismo protagonizado por toda a dinastia dos Pinhos. Tudo isto é já um clássico destes embates, e sem isto o jogo em si tende a ser sensaborão independentemente dos golos que se marcarem no campo. Da sua ausência todos nos ressentimos (ou será que não?) ontem, consequência provável da pandemia e do lento desconfinar que ainda recomenda o uso de máscara e algum afastamento social. 

O centralão que governa o país há anos parece também ter contagiado o Ruben Amorim e este começou a aproximar gente dos extremos para posições centrais. Assim, o Coates, nosso Ministro da Defesa. viu-se subitamente assessorado por dois novos secretários de estado. Um deles, o Esgaio, ou não fosse nazareno, ficou com a pasta do mar. Não se pode dizer que não tenha cumprido com as suas obrigações protocolares, nomeadamente quando andou à pesca atrás de um arenque arouquense tão rápido que nem cheirou o isco.  

Por falar em ministérios, o do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social voltou a estar na berlinda. O seu titular, João Paulo ou Paulinho, é sem dúvida trabalhador, mas na hora da verdade puxa mais para a solidariedade e quem se ressente é a segurança dos sócios Sportinguistas. 

De Arouca até Bragança os beirões lá foram pondo o pé em ramo verde, mas a partir de Bragança (inclusivé) as coisas já não lhes correram tão bem. Depois apareceram as invasões francesas lideradas pelo general Sarabia e a capitulação foi quase total. Perto de Bragança, da casa de Matheus, também veio contribuição valiosa, com Nunes e Reis a destacarem-se em simultâneo. E o agitador Nuno Santos não lhes quis ficar atrás e deu a estocada final nas aspirações do desalentado Evangelista de Arouca, que já havia visto o evangelho começar a ser narrado pelo Matheus. 

Tenor "Tudo ao molho...": Sarabia 

sarabia.jpg

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