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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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Castigo Máximo

29
Ago21

Tudo ao molho e fé em Deus

Quarentas, quarentenas e um borrego por matar


Pedro Azevedo

Para gáudio dos "haters" do costume, que escolhem sempre ignorar as suas fulgurantes exibições, e daqueles que olham para a erva de uma forma recreativa e não veem um boi à frente dos olhos, o Matheus ontem foi uma nulidade. É verdade, com a cabeça dividida entre quarentas e quarentenas, que é como quem diz entre a "Equipa de todos nós" e a "Canarinha", o Menino do Rio apresentou um futebol digno da Selecção do Inatel. Assim, em vez de Escrete, esteve discreto. Mas não foi só por ele que a coisa correu mal. Ala que se faz tarde, nas laterais não houve qualquer magia, e Palhinha viu-se desde cedo condicionado por um cartão icterícia cortesia do velho amigo Veríssimo. Quanto ao Paulinho, deu muitos apoios frontais e mostrou um associativismo com a equipa tão digno de registo que convidaria até a que se formasse um clube de futebol na variante sem balizas. 

 

A coisa até poderia ter começado bem, não fora o Jovane ter mostrado uma técnica de recepção digna dos melhores campeonatos amadores. Vindo do mesmo homem que em Braga adestrou na perfeição (golo de Pote) uma bola bem mais difícil de dominar, dir-se-á que o desacerto se deverá atribuir mais a questões de (falta de) concentração do que de perícia. Seja como for, aos 2 minutos de jogo, o Sporting desperdiçou uma soberana oportunidade de golo. Com o Famalicão a pressionar muito os nossos médios centro, faltou paciência e assertividade ao nosso jogo. Prova disso, a quantidade de más decisões e de passes falhados que se verificaram ao longo da partida. Muito ajudaria que um dos centrais avançasse no terreno e ajudasse a libertar os médios centro e alas, e essa não observância foi provavelmente o maior defeito do nosso jogo. Assim, as nossas sucessivas perdas de bola convidaram os minhotos a contra-atacarem com perigo, resultando as suas oportunidades de bolas por nós entregues e não de sábio planeamento na construção de jogo. Valeu aí a presença de Adán, excelente em todas as suas acções, que só não conseguiu lidar com uma jogada de bilhar às 3 tabelas que poderia ter sido desenhada pelo nosso Jorge Theriaga. Do mal o menos, Palhinha ainda conseguiu empatar o prélio, um golo ainda assim insuficiente para que o Sporting conseguisse matar o borrego e finalmente vencer a besta negra famalicense, invicta face aos leões desde que regressou ao convívio com os grandes do futebol português. Que o mercado feche depressa! 

 

Tenor "Tudo ao molho...": Adán

adán.jpg

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