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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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Castigo Máximo

30
Jan24

Tudo ao molho e fé em Deus

Levantados do chão (com molas)


Pedro Azevedo

Quem me lê há algum tempo sabe que a minha primeira recordação do Sporting é de um jogo no José Alvalade contra o Oriental que ganhámos por 8-0 (5-0 ao intervalo), em que o Yazalde (meu primeiro ídolo) marcou 5 golos a um guarda-redes da equipa de Marvila chamado Azevedo (sim, por coincidências da vida, houve um homónimo a encaixar oito bolas associado à minha primeira memória futebolística e do Sporting). Esse jogo vivi-o pela telefonia, que ainda não tinha idade para ir ao futebol, pelo que o que começou numa onda média (da rádio) só se transformou verdadeiramente num tsunami (de emoções) quando entrei no nosso estádio pela primeira vez (5-1 ao Porto, época de 75/76). Pois bem, quis o sortilégio que ontem, data do meu aniversário, o Sporting me brindasse com um presente de dimensão em tudo igual à do supracitado jogo de 73/74, evocando-me, 50 anos depois, a memória dessa onda (verde) em crescendo. Uma obra também do Gyokerismo, a doutrina que o sueco trouxe para Portugal e que a todos no Sporting parece estar a tomar de encantamento. 

 

Se existe o paradigma de um novo normal em Alvalade que se pode associar a Gyokeres, outras coisas há que são cíclicas. Como o central de lança Coates, o nosso capitão, que ontem reapareceu para desbloquear o marcador e tornar fácil aquilo que de outro modo poderia ter-se complicado. Aberta a rolha do champagne, no refluxo o Pote recebeu um passe de ruptura (magnífico) do Inácio, isolou-se na meia esquerda e serviu em bandeja de prata o Gyokeres para o segundo. Depois, o Hjulmand desmarcou o Pote e este deu uma raquetada na bola que passou o guarda-redes. Seguiu-se um momento de Gyokeres que fez lembrar uma jogada do Eusébio contra a Coreia do Norte, tal a demonstração de técnica, força e velocidade. Como no Mundial de 66, a coisa acabou em penálti, que convertido (pois claro!) pelo próprio daria o quarto da noite. Destaque para o túnel prévio escavado por Nuno Santos que fez desabar por completo as pretensões dos Gansos. E antes do intervalo ainda houve mais um golo, com o Trincão a mostrar que estes são como o ketchup e a chutar com o pé mais à mão (o direito), depois do Edwards ter fintado dois dentro de uma cabine telefónica antes de chocar com a porta de saída. 

 

Com cinco golos de vantagem, terá havido quem pensasse que no segundo tempo o Sporting tiraria o pé do acelerador. Mas não, a equipa queria vingar a derrota na Taça da Liga e emitir um "statement" destinado à concorrência, pelo que não abrandou. (Não sei se o Amorim será milagreiro, mas não se via uma recuperação assim desde que Jesus ordenou a Lázaro que se levantasse e andasse.)

 

Levantado do chão, com molas, o Sporting continuou a procurar a baliza do Casa Pia. Nesse sentido, o Geny entrou para alargar a margem. Sábio, o Rúben lançou também o Paulinho. Mas aí o motivo foi a contenção dos danos infligidos aos casapianos, que o Coates e o Trincão estavam imparáveis e era preciso evitar a todo o custo que o Sporting atingisse o duplo digito e com isso ficasse na lua e pudesse não voltar a assentar os pés em terra firme. A missão era difícil, desde logo porque o Gyokeres fumegava que nem um touro enraivecido e não parava de correr. A solução foi começar a lançar o Paulinho em profundidade ou solicitar a sua comparência ao primeiro poste para encostar, tudo coisas que no fundo não favorecem o seu associativismo. Pelo que a custo lá ficámos nos 8, o número da sorte para os chineses, o infinito ali de lado, que de infinitas possibilidades se fazem os sonhos em que tudo é possível. 

 

Tenor "Tudo ao molho...": Viktor Gyokeres

gyokeres casa pia.jpeg

10
Abr23

Tudo ao molho e fé em Deus

Hat-Tri(n)cão


Pedro Azevedo

O Ruben Amorim é treinador de futebol. Dos bons, quero eu dizer. Mas é hiperactivo, e um hiperactivo não se conforma com o que tem ou com situacionismos, precisa de estar sempre a alterar alguma coisa. Por isso, o Amorim mudou totalmente a forma de jogar do Sporting depois do clube ter sido campeão ao fim de 19 anos. Deitando fora a fórmula vencedora e procurando uma outra mais de acordo com o estatuto de clube grande, ainda que porventura em desacordo com as vitórias. Relacionado com esse desassossego, troca de centrais a cada jogo e durante um jogo como quem muda de roupa interior. Nem sempre por insatisfação com o que tem, muitas vezes por aparente gestão do desgaste de competição ou para dar uso ao roupeiro. Para o Ruben a inacção não é prudente mas sim radical. Estivesse ele em casa, em vez de em Alcochete, e andaria a arrastar os móveis de um lado para o outro, mudando-os de lugar ou trocando-os por outros novos, dispondo a Sala de Estar em 3-4-3 para assim melhor enquadrar o Feng-Shui. (O Ruben é o Scouting, que outro além dele seria capaz de descobrir um avançado chinês assim?) Se bem que há jogadores que são mais substituídos que outros. O Esgaio, por exemplo, é quase sempre titular. Alguns esperariam ver ontem o Bellerin. Mas o dia ideal para os Vegan foi a Sexta-feira Santa, o Domingo de Páscoa seria sempre de ressurreição para alguém nascido na Nazaré. Como tal, o Esgaio ganhou uma outra vida. Quem também regressou ao mundo dos vivos foi outro ex-braguista. A novos começos podem corresponder novas identidades, por isso para já tratem-no por Hat-Tri(n)cão. E, claro, não poderia haver trocas e baldrocas sem o mínimo de organização, razão pela qual o camaleónico Pote é fundamental. Num mundo de mudanças, não haverá muitos Urbanos capazes de realizar tantas funções ao mesmo tempo, desde carregador de piano até motorista que sabe como ninguém dar acelerador, travão ou embraiagem ao nosso jogo. Só não concordo com esta coisa de o ponta de lança Coates jogar como central durante 75 minutos. Ontem tal poderia ter-nos custado caro, tantas foram as tentativas de antecipação falhadas que nos custaram golos. Mentalidade de avançado centro, é o que é. Se pensasse como central, reflectiria duas vezes antes de procurar adivinhar e se comprometer assim nos lances. Canto do cisne a jogar com os Gansos? Boa semana, com especial ênfase na Quinta-feira! 


Tenor "Tudo ao molho...": Hat-Tri(n)cão

trincão1.jpg

08
Jan23

Nota prévia


Pedro Azevedo

O (J)amor acontece, mas, se não tivermos sucesso na Pérola do Atlântico, é melhor partirmos para outra. Estamos entendidos? É que, para mau entendedor, às vezes duas partes não bastam...

 

 

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23
Out22

Tudo ao molho e fé em Deus

O triunfo do indeterminismo ontológico sobre a Lei de Murphy


Pedro Azevedo

Há momentos na vida em que parece que perdemos o controlo da situação por muito que trabalhemos para inverter o rumo das coisas. É como se houvesse uma transferência total daquilo que depende de nós para o domínio do divino e Deus nos estivesse a tentar ensinar uma qualquer lição que provavelmente só um dia na eventualidade de chegarmos à Sua presença haveremos de compreender na sua plenitude. Como não temos o telefone de Deus e não podemos esperar por respostas que só os anos nos trarão, precisamos de viver o presente pelo que resta-nos continuar a lutar. (Porquê, desconhece-se o propósito, desconfiando-se no entanto que o seu contrário não seja uma alternativa.) E porventura adicionar algo de novo, porque trabalhar muito nem sempre significa trabalhar bem e, ainda assim, "água mole em pedra dura tanto bate até que fura" (um adágio popular preenche satisfatoriamente o vazio gerado quando o indeterminismo ontológico começa a patinar e até já duvidamos da existência do livre-arbítrio). 

 

Pensei em tudo isto enquanto revia na TV a visita do Casa Pia ao nosso Estádio José Alvalade, porque confesso que as incidências do jogo em tempo real haviam-me apanhado em dois momentos distintos: entre umas migas de espargos com carne de alguidar e um copo de tinto para acamar, o primeiro tempo, e docemente desfrutando da cereja em cima do bolo (mais concretamente, da ameixa a derreter no topo da sericaia), a segunda parte. (Há muito tempo que não via um jogo do Sporting em diferido, mas o bom do Alentejo é que o tempo lá tem o seu próprio tempo de uma forma que, tal como o seu céu mais estrelado, nos permite ver melhor as coisas, mesmo aquelas que não são dos astros mas mexem com o nosso astral.) 

 

Pois é, caro Leitor, segundo incialmente ouvi e posteriormente vi com uma avidez mais própria de um São Tomé, o Sporting dominou superiormente o jogo do princípio ao fim. Mas iam sucedendo-se coisas incríveis, como o Edwards não acertar a baliza quando a um palmo do poste ou o ex-leão Ricardo Baptista emular um Sepp Maier de ébano uma mão cheia de vezes, pelo que que não surpreendeu que Alvalade voltasse a ser terreno fértil para a aplicação da Lei de Murphy: foram só duas as vezes que o Casa Pia se abeirou da nossa baliza, e se na primeira ameaçou na segunda marcou - Um a Zero para os gansos ao intervalo.

 

Para o segundo tempo o Amorim decidiu mudar alguma coisa. Não é que o Sporting estivesse a jogar mal, pelo contrário a equipa havia feito provavelmente a melhor primeira parte deste campeonato, mas, lá está, por vezes é preciso mudar alguma coisa só porque sim ou apenas porque a justiça divina caprichosamente assim o exigirá no seguimento dos apelos dos adeptos Sportinguistas terem chegado ao céu (esta premissa não se aplica obviamente a quem manda no futebol português, a quem dá jeito mudar alguma coisa para que tudo fique precisamente igual). E então entrou alguém da Formação, no caso o Chico Lamba, que até nem é titular das nossas equipas jovens. (Mas o que interessa isso quando o nosso único propósito é agradar a Deus, mudar a nossa sorte e fazê-lo mostrando um livre-arbítrio que não vá totalmente em desencontro com os misteriosos desígnios do Senhor? Nada, na verdade.) E depois avançou o Paulinho, que é o que temos de mais próximo de um ponta de lança quando o Coates está indisponível e logo empatou o jogo. (Enquanto o Rúben se deleita com os móveis, os 3 avançados móveis, os adeptos recorrem ao divã de um psicanalista, assistem aos jogos no sofá ou atracam-se terapeuticamente à escrivaninha a escrever textos do Castigo Máximo, o que também são 3 móveis) 

 

E depois? Bom, depois veio o Nuno "Coração de Leão" Santos e adiantou-nos no marcador com um remate geometricamente irrepreensível, após serviço de Porro. Não tardou até que uma das investidas com que secretamente o Messi se disfarça de Edwards redundasse em falta na área e do penalty consequente o Pedro Gonçalves encontrasse o Pote de Ouro. A noite era agora de festa, tal como o futebol sempre deveria ser, ganhando ou perdendo, e alguns "jovens" cabecilhas leoninos com os velhos pensamentos de sempre - eles estão sempre lá e isso eu respeito, mas é a tal história de trabalhar muito ou trabalhar bem, além de que continuar-se-ão a chamar a si próprios de jovens mesmo no dia em que visitem o estádio em andarilho - insistem em confundir com desordem e desrespeito pelo clube e pelas normas instituídas. [Eu sei, a rebeldia é própria dos jovens, mas é autofágica quando aplicada contra a nossa ca(u)sa.]

 

(Assim terminou um jogo em que o indeterminismo ontológico prevaleceu sobre a Lei de Murphy, com o Rúben a cumprir com a sua parte.)

 

P.S. Pensando bem, o problema do Trincão é capaz de ser o excesso de livre-arbítrio...

 

Tenor "Tudo ao molho...": Pedro Porro. Menções honrosas para Morita, que deixou o duplo-pivô e foi um "8" puro, Edwards e Nuno Santos. 

SportingCasapia.jpg

23
Dez21

Tudo ao molho e fé em Deus

Faroeste lusitano


Pedro Azevedo

No Lucky Luke, imortalizado pelo Morris, o mau da fita geralmente terminava coberto de alcatrão e penas. Mas isso era o faroeste americano, por onde o "poor lonesone cowboy" vagabundeava. Nós por cá, felizmente, somos civilizados e não fomentamos essas práticas indecorosas. Caso contrário, poderíamos ser tentados a pensar que o mundo da bola tuga também é um faroeste, o que com um árbitro com muitos Km de estrada de Primeira Liga num jogo que envolvia uns gansos certamente não auguraria nada de bom.  

O Sporting começou por dar avanço aos casapianos, histórico clube dos internacionais Roquete, que era da PIDE, e de Cândido de Oliveira, mais tarde nosso treinador no tempo dos 5 Violinos, que reza a lenda foi preso pelo primeiro. Presos ao chão pareceram os nossos na alvorada do jogo, e Jota voou para colocar o Casa Pia em vantagem. O golo não mudou a letargia geral dos nossos, e durante um período o futebol foi incaracterístico. Tempo então para Daniel Bragança entrar no jogo e todos deslumbrar com o seu toque fino, acelerações com bola e, imagine-se, até com recuperações de bola aéreas(!!). Porém, seria por intervenção do laboratório de bolas paradas que Amorim montou em Alcochete que o Sporting voltaria e equilibrar a contenda: para não variar, o capitão Coates foi lá à frente fazer a diferença.

Após o intervalo o Sporting entrou com Paulinho no lugar de Nazinho. Quer dizer, mais do que uma substituição de diminutivos houve uma  efectiva troca de posições, com Tabata a recuar para o lugar do muito jovem lateral/ala esquerdo e o Sporting a ganhar finalmente quem fosse capaz de pensar o jogo de cabeça levantada, o que como se sabe ajuda a perceber melhor o que se passa em redor (o Tabata geralmente concentra mais os seus olhos na relva, o que até poderá vir a revelar-se útil no combate a térmitas e fungos que vêm afectando o estado do nosso terreno). 

Com melhor dinâmica, fomos então dominando o jogo. O Pote, às voltas com o mau-olhado, até voltou a passar à baliza, coisa que, já se sabe, o tornou letal. Mas o poste ou o guardião dos Gansos conseguiram adiar o golo. Até que o Sarabia arrancou um remate que fez a bola bater na trave, ressaltar para dentro da baliza e voltar a tocar na trave antes de sair para fora da baliza. Ora, quem perceba um pouco de geometria percebeu logo que a bola só podia ter entrado, mas Rui Costa e companhia não terão sido assíduos nas aulas de matemática e mandaram seguir. Salvou-nos o VAR, como em tantas outras vezes, que em tempos natalício bem merece um "Hosana ao VAR". Ele é o caminho, a verdade e a vida, pelo menos para nós que com os meios de antigamente já estaríamos remetidos ao "nosso lugar" de sempre. É verdade, o VAR para nós é como um profeta que nos ilumina o caminho e nos mostra que afinal não somos filhos de um Deus menor. Pena é que sempre que há margem para a invenção o assistente vídeoarbitral não cumpra o seu papel: ontem, por exemplo, o Tabata viu-se expulso quando tentava fugir a um tackle deslizante perpetrado por um jogador do Casa Pia. Em inferioridade numérica, o que nos valeu foi a sagacidade do Amorim, que de uma penada refrescou todo o meio campo e meteu ainda o Homem Prevenido (aquele que vale por dois). 

Bom, chegámos ao Natal, barreira que noutros tempos era vista com um pessimismo digno de uma profecia de Nostradamus. E estamos em todas as competições: primeiros, ex-aequo, no Campeonato; nos quartos-de-final da Taça de Portugal; na "Final Four" da Taça da Liga; nos oitavos-de-final da Champions. Agora é pensar em trinchar o peru e continuar a encher a pança, sabendo de antemão que a azia ficará para um dos nossos rivais que se degladiarão hoje a partir das 20H45. Feliz Natal para todos os Sportinguistas. (E para todos os outros também, que são igualmente filhos de Deus pese embora o Jesus de Carnide ande a deixar os fiéis em brasa com o namoro com o Flemengo.)

 

Tenor "Tudo ao molho...": Daniel Bragança 

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