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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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Castigo Máximo

27
Jun20

Tudo ao molho e fé em Deus

The Karate Kid e o Koffi ora gigante, ora anão


Pedro Azevedo

Na vida é sempre importante sabermos as linhas com que nos cosemos. O Ruben Amorim tem isso presente e, vai daí, aplica-o literalmente ao futebol. O problema é que muita intersecção de linhas gera obviamente demasiados passes laterais e essa tem sido a óbvia consequência de um sistema táctico do promissor técnico leonino que privilegia o engarrafamento na zona central, com dois médios a par e três defesas por detrás ("O Pentágono"). Assim, muitas vezes o Matheus cose e coze o Wendel e este responde assando (as pernas de) o Matheus com passes miudinhos que no rugby se denominam de "para o hospital", auto-anulando-se os dois no que diz respeito ao processo ofensivo e criando indefinição quando toca a defender. Evidentemente, havendo linhas sobrepostas atrás, faltarão sempre linhas à frente, algo que tentamos contornar com a solução do chutão à procura do Sporar, o 112 dos inermes. Quando o esloveno consegue segurar a bola, então aí aparece Jovane, um cabo-verdiano que se descreve melhor recorrendo ao poeta Régio: "a minha vida é um vendaval que se soltou, uma onda que se alevantou, um átomo a mais que se animou". É tudo isto que o Sporting ganha quando Jovane está em campo, os tais últimos 30 metros que comprometeriam irremediavelmente a eficiência da geringonça de passe/repasse outrora montada por Silas ("A Posse")...

 

Andávamos nós neste empastelamento quando os de Belém meteram também as mãos na massa e, pumba, espetaram-nos um pastel: defesa completamente desposicionada e larga no relvado, transição rápida e golo. Mas eis que o Coates foi gigante e o Koffi anão. Qual alto signatário das Nações Unidas, o burquinês estendeu a passadeira a bem da paz e cooperação entre os povos. O uruguaio dedica o golo ao seu antigo camarada de armas, Monsieur Mathieu. Um-dó-Li-cá, e eis que o Codecity volta a marcar. Anulado, por fora de jogo. Por essa altura andava o Plata numa das suas inconsequências quando avista o Ristovski. O macedónio põe a bola com olhinhos na área, o Sporar arrasta marcações e o Jovane mostra que um leão também pode ser um dragão como o Bruce Lee. Depois, o Matheus consegue sair da cabine telefónica onde o meteram com o Wendel e faz um passe longo para o Nuno Mendes. Este dá ao Jovane e o menino inicia intermináveis tabelinhas com o Sporar que acabam com o esloveno caído na área. Penálti, diz Molero, perdão, Malheiro. O Jovane chuta, mas o Koffi dá 2 passos à frente e defende miraculosamente. Tempo então para nos interrogarmos sobre a identidade Sportinguista e os caminhos possíveis para a sua coabitação com uma pluralidade de formas artísticas no futebol português. Molero, perdão, Malheiro também reflecte sobre o tema e eis que perante a incredulidade de todos os leões confinados nos seus lares vemos um árbitro a cumprir com as regras num jogo do Sporting. O Ristovski, desta vez sem galo, sorri. Novamente chamado a tentar converter a penalidade, Jovane desfere uma bazuca de fazer inveja ao António Costa. 

 

Para a etapa complementar o Jovane ficou no banco. Aparentemente, devido a um traumatismo (que provocou no resultado). Entrou o Geraldes e o cão de Pavlov que existe no subconsciente de cada leão Sportinguista começou a salivar. E a verdade é que o Chico até fez um bom jogo, desmarcando-se sucessivamente e assim dando linhas ao portador da bola. Iniciou então um duelo em 3 actos com o Koffi, agora gigante, com o burquinês sempre a levar a melhor. Do Ensaio sobre a Cegueira para o Levantado do Chão é o mesmo Caminho (NA: editora), um caminho que se faz lendo nas entrelinhas do que são os posicionamentos do Chico, uma alternativa aos atalhos à procura do Sporar. Até ao fim pouco mais houve a declarar e o jogo ainda deu para ver entrar o Ilori e o Doumbia e para que o Borja fizesse os 90 minutos sem que o excesso de desconfinamento contagiasse toda a equipa do vírus da tragicomédia. 

 

P.S. Dois livres directos, igual número de penáltis, um canto - eis o balanço de golos de bola parada pós-desconfinamento (4 jogos). Ristovski substituiu Camacho e com um aproveitamento superior, prenúncio de que Amorim está atento à meritocracia. Muitos jovens lançados na equipa principal, sinal muito positivo. Jovane, com 4 golos, duas assistências e participação nos dois desequilíbrios de onde resultaram os penáltis, está em grande. Coisa para logo se agitarem muitos milhões que não mendilhões. Que continue por cá a afagar-nos os corações!

 

Tenor "Tudo ao molho": Jovane Cabral (póquer de menções e de golos desde o desconfinamento)

jovanecabralshow.jpg

10
Nov19

Tudo ao molho e fé em Deus - O codecity para o golo na bota de Vietto


Pedro Azevedo

O Sporting tinha jogado no sistema de 3-4-3 na Noruega. Hoje, contra o Codecity, começou o encontro num 3-5-2, melhorou após a meia hora quando mudou para 4-3-3 e marcou dois golos no momento em que já jogava em 4-2-4, significando isso que foi crescendo no jogo à medida que ia diminuindo o congestionamento de tráfego a meio campo. Ao tentar inicialmente conciliar três centrais com dois trincos (mais 2 laterais/alas que não davam profundidade), Silas acabou por involuntariamente recrear o Largo do Rato às 7 da tarde em dia de semana, provocando um engarrafamento que retirou fluidez à circulação pelo centro. Com tanta gente próxima e a colidir uma com a outra, o trânsito produzia-se num constante arranca-e-para que demorava uma eternidade até chegar a Bruno Fernandes. Com o seu médio de ataque e jogador mais criativo bloqueado, Vietto e Bolasie não tinham bola. Não se estranhou assim que nesse primeiro terço do jogo o Sporting não tivesse rematado uma única vez à baliza. O treinador leonino mexeu na equipa, trocando Neto pelo ala direito Rafael Camacho, descaindo Bolasie para a esquerda e ficando Vietto fixo no centro do ataque. Apesar das melhorias, só através de Eduardo e na sequência de uma bola parada é que o Sporting conseguiu executar um remate enquadrado na primeira parte, sendo que Bruno também causou perigo num livre directo que saiu rente ao poste. Um primeiro tempo paupérrimo!

 

Ao intervalo, o jovem Rodrigo Fernandes, que se estreou a titular aos 18 anos, foi sacrificado. Já tinha um amarelo e a equipa precisava de pressionar mais alto. Para o seu lugar entrou Doumbia. Com o ligeiro adiantamento no terreno de Eduardo começaram a ver-se 3 linhas no meio campo e a circulação tornou-se mais rápida. Mas o antigo jogador do Codecity continua a não dar à equipa aquilo que ela precisa, na medida em que não arrasta a bola com critério como um "8" deve fazer, perdendo-se assim inúmeras bolas pelo centro do terreno. Silas trocá-lo-ia por Luíz Phellype, mudando de novo o sistema de jogo. 

 

Com maior presença na área e Doumbia mais afoito do que vem sendo hábito, o Sporting acabou por resolver o jogo em dois lances insólitos. No primeiro, um jogador do Codecity evitou um pontapé de baliza a favor da sua equipa (remate torto de Luíz Phellype) e deu a possibilidade a Vietto de, num pontapé acrobático, abrir o marcador com um golo de belo efeito. No segundo, com 3 defensores azuis perto de si, o guarda-redes do emblema da Torre de Belém sacudiu a bola para o bis de Vietto, o argentino que foi o herói esta noite em Alvalade. Em ambos os golos, o desequilíbrio partiu da direita por via de Bolasie. 

 

O futebol é o circo romano dos nossos dias. Nesse sentido, o adepto vai à bola para se libertar das tensões acumuladas do dia-a-dia. Isso caso não seja do Sporting, porque um adepto leonino faz o contrário: discute com o cônjuge e embrenha-se no trabalho para se libertar da tensão acumulada nos jogos da sua equipa. É toda uma outra realidade, um outro mundo. Por exemplo: Javier Marias diz que o futebol é a recreação semanal da infância. Para um Sportinguista, é a projecção semanal da velhice. Duvidam? Um sócio ao meu lado hoje teve um esgotamento nervoso enquanto tentava assimilar o nosso momentâneo sistema de jogo. Outro entrou em hiperventilação. Um terceiro, um adolescente, ficou todo grisalho. No final, vários jovens mostravam preocupantes sinais de alopécia avançada. Não se faz. Silas diz que treina os jogadores em vários sistemas. Provavelmente fa-lo-á em quartos de hotel, dado que a proximidade dos jogos pouco tempo dará para os experimentar no campo de treino. Sugiro assim que se passem a fazer estágios só para adeptos. Sempre sairá mais barato do que andar a distribuir desfibriladores pelas bancadas dos estádios onde o Sporting joga. 

 

Tenor "Tudo ao molho...": "Duetto", o novo Vietto. 

vietto codecity.jpg

06
Mai19

Tudo ao molho e fé em Deus - Killer Instinct


Pedro Azevedo

Em Manhattan, as ruas não têm nomes mas sim números. No Jamor, a equipa da casa também não tem nome. E hoje o Sporting deixou-a feita num oito. É o que geralmente acontece no futebol quando, de um lado, se reúne uma equipa com tendências suicidas e, do outro, uma (finalmente!!!) com "killer instinct".

 

Silas será, porventura, um treinador para equipa "grande", com guarda-redes, defesas e médios com qualidade técnica superior que garanta alta eficácia de passe perante o risco iminente. Numa equipa média, tal ambição assemelha-se a praticar trapézio sem rede e a queda pode ser bem dolorosa. Ainda assim, os azuis estão fora de perigo, no nono lugar da tabela classificativa, sinal de que a estratégia serviu para o nosso campeonato, facto digno de realce num clube (SAD?) com as dificuldades por todos conhecidas.

 

Num final de tarde triste para Muriel, acabou por ser Guilherme, o seu substituto, a "pagar as favas" (são verdes...). Tudo começou quando aos 4 minutos o guarda-redes brasileiro arriscou um passe para Eduardo, que estava pressionado por dois adversários. Da perda de bola subsequente resultou, primeiro, um remate de Raphinha que encontrou Luíz Phellype (deitado) no caminho da baliza e, depois, um chuto de Bruno Fernandes salvo sobre o risco por Cleylton. Em condições normais, tal seria considerado um aviso. Acontece que, 6 minutos depois, Muriel repetiu a gracinha e agora com consequências bem mais gravosas para a sua equipa: Raphinha interceptou a bola, iludiu um defensor contrário e rematou de pé direito para o primeiro golo do jogo. (Ou como uma ideia de sair a jogar se transforma em hara-kiri.) 

 

Se as coisas já não estavam a correr bem a Muriel, ainda viriam a piorar: Bruno Fernandes e Raphinha combinaram para aplicar na prática o enunciado da Lei de Murphy e o guarda-redes acabou expulso. Silas alterou o seu 3-5-2 para um 4-4-1, fazendo sair um dos centrais e baixando os alas para posições defensivas, a fim de que pudesse entrar alguém para a baliza. Em cima do intervalo, Bruno Fernandes, com um toque de magia (calcanhar), serviu Luíz Phellype para o segundo golo dos leões, o sétimo do brasileiro em seis jogos consecutivos a marcar.  

 

No início da etapa complementar, o Sporting abrandou um pouco o ritmo. Os azuis ameaçaram e à segunda tentativa reduziram o marcador. Mas estava escrito que o dia não seria bom para os pupilos de Silas e, para prová-lo, nada como Gudelj finalmente mostrar a sua lendária, dir-se-ia até hoje mitológica, meia distância, ainda que para tal tenha beneficiado de uma carambola digna do Mundial de Snooker que se está a disputar em Sheffield, Inglaterra. Com o golo sofrido, os azuis definitivamente baixaram os braços. Já desorientados, de uma bola perdida na sua área viria a resultar um penálti desnecessariamente cometido sobre Luíz Phellype. Na conversão, Bruno Fernandes marcou o seu primeiro da tarde. Com 20 minutos ainda para jogar, o Sporting manteve a pressão, revitalizando o miolo do terreno com a entrada de Idrissa Doumbia para o lugar de um pouco intenso Wendel. Bas Dost preparava-se para ir a jogo, mas o Felipe das Consoantes não abandonaria o campo sem deixar pela terceira vez a sua marca no jogo, interpondo-se entre um defesa e o guarda-redes adversário e servindo em bandeja de prata Bruno Fernandes para novo golo. Mal entrou, o holandês marcou: nova bola perdida pelos azuis no seu meio-campo e Bruno Fernandes a servir Dost, o qual marcou à segunda. Depois, Acuña centrou da esquerda e Bruno Fernandes, sem deixar a bola cair, completou o hat-trick, obtendo o seu 31º golo da época, um record europeu para um médio. A partida não terminaria sem que Doumbia se estreasse a marcar - aventurou-se em caminhos que para o colega sérvio seriam o Cabo das Tormentas -, após assistência de Diaby (e belíssima simulação de Dost), na sequência de um passe de ruptura de (quem mais?) Bruno Fernandes (31 golos, 18 assistências, participação importante em outros 16 golos, ou seja, influência em 59,6% dos golos do Sporting). Foi o 109º golo da temporada, marca que suplanta os 108 golos da última temporada de Jorge Jesus, quando ainda faltam 3 jogos para terminar esta época.

 

Em conclusão, na jornada em que deixou de ter hipóteses matemáticas de ganhar o campeonato, o Sporting registou a sua vitória mais robusta da época. O "killer instinct" tão arredio ao leão rampante - na década de 90 já Bobby Robson se queixava da sua ausência - acabou por se manifestar de forma exuberante, algo inimaginável num campo onde o mais que provável futuro campeão nacional perdeu por dois golos de diferença (na Luz, o Benfica também não bateu o Belenenses SAD). Uma pequena compensação e mais uma demonstração do sortilégio do futebol, a fazer-me lembrar um outro 8-1, ao Braga, que há 35 anos atrás presenciei no antigo José de Alvalade. Dia 25 voltaremos ao Estádio Nacional, na esperança de que desta vez não haja um (J)amor de perdição que tudo deite a perder. 

 

Tenor "Tudo ao molho...": Bruno Fernandes. Menções honrosas para Luíz Phellype e Raphinha. Destaque especial para o regresso de Bas Dost (1 golo). 

BrunoFernandesBelenenses.jpg

12
Mar19

Limpinho, limpinho...


Pedro Azevedo

...mesmo há meses a usar uma lavandaria a moedas, o que condiz bem com um plantel de "trocos"...

 

P.S. As declarações de Rui Pedro Soares fizeram lembrar-me o Mr Chance, com o Peter Sellers. Também eu procurei a metáfora até perceber que o sentido era literal. 

belenenses.jpg

03
Jan19

Tudo ao molho e fé em Deus - Jogo empastelado


Pedro Azevedo

Em Alvalade, um clube com SAD recebia uma SAD sem clube. Confusos? É o futebol português na sua singularidade. O jogo, num dia de semana, tinha início às seis da tarde e o trânsito em Lisboa estava um inferno. Vai daí, cheguei ao estádio no preciso momento em que a SAD que não tem o (J)amor do clube mostrava personalidade (jurídica?) e rematava ao poste da baliza de Renan. Ainda haveria recarga, mas Acuña sacudiria o perigo. Estava decorrida meia-hora.  Um rápido visionamento posterior da gravação do período que não vi "in loco" viria a mostrar que a SAD vestida de azul havia suplantado os leões no número de oportunidades na razão de três contra uma (remate de Acuña).

 

O Sporting exibia-se orfão do seu maestro (Bruno Fernandes), o único jogador do meio-campo que leva a bola para a frente sem tergiversar. Gudelj cobria magnificamente um "latifúndio" de exactamente um metro quadrado de terreno, Miguel Luís passava a bola para trás e para o lado e Wendel, apesar de ser o único sem a marcha-atrás engatada, revelava-se impotente perante os azuis que o cercavam. Sem soluções ao centro, Nani e Acuña (os melhores no primeiro tempo) tentavam combinar e pôr a equipa a jogar para a frente a partir da ala esquerda, enquanto o flanco oposto era pouco mais do que inoperante. Numa das poucas oportunidades nesse período, Nani remataria à trave.

 

Para o segundo tempo, talvez por osmose com os outrora de Belém, o Sporting continuou a empastelar pelo centro, mas a ala direita finalmente apareceu: Nani procurou o envolvimento central de Diaby. Este, não pressionado, temporizou na meia-lua da área e abriu à direita para o remate de Bruno Gaspar. O lateral optou pelo centro, mas a bola embateu em Sasso (sim, não são só os defensores do Benfica os ases dos auto-golos) e por sortilégio foi beijar o véu da baliza à guarda de Muriel, o irmão do milionário Alisson do Liverpool. Estava desfeita a igualdade e o Sporting parecia ganhar confiança. Nem as saídas dos regressados Nani e Wendel, rendidos por Raphinha e Petrovic, respectivamente, esmoreceu o suplemento de alma ganho pelos leões, tanto que Miguel Luís, servido por um passe curto de Gudelj e com tempo e espaço para pensar, executou um fantástico remate que permitiria ao Sporting reforçar a sua vantagem no marcador, o segundo golo do jovem leão nesta sua época de estreia. O jogo caminhava para o fim, mas já com Jovane em campo (saiu Diaby) o Sporting voltaria a sentir-se pressionado, após um golo dos azuis causado pela falta de pressão sobre o portador da bola no momento do passe de ruptura e pela lentidão na recuperação defensiva de Coates. Entrando no período de compensação, este acabaria marcado por um sururu com epicentro em Acuña e Diogo Viana, não havendo mais nada digno de registo.

 

No fim do jogo, Keizer afirmou estar satisfeito com o resultado, dado o mau jogo dos leões. Sempre muito lúcido na hora das entrevistas, o treinador holandês não deixou de reconhecer a importância de Bruno Fernandes (sê-lo-ia para qualquer clube), mas revelou esperar, ainda assim, mais da equipa. Tudo isto na noite em que o Sporting ascendeu ao segundo lugar e no seu vizinho apagou-se a luz. Afinal, era um pirilampo...

 

P.S. Até à hora do fecho deste comentário ainda não houvera qualquer reacção da ANTF sobre a rescisão com Rui Vitória e nenhum comentador televisivo rasgara as vestes perante tal ofensa. Exactamente como quando Peseiro saiu do Sporting. Ou não?

 

Tenor "Tudo ao molho...": Nani

miguel luis sporting belenenses.jpg

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