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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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Castigo Máximo

22
Fev19

A gente vai continuar


Pedro Azevedo

Tira a mão do queixo não penses mais nisso
O que lá vai já deu o que tinha a dar
Quem ganhou ganhou e usou-se disso
Quem perdeu há-de ter mais cartas pra dar
E enquanto alguns fazem figura
Outros sucumbem á batota
Chega a onde tu quiseres
Mas goza bem a tua rota

 

Enquanto houver estrada pra andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada pra andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar

Todos nós pagamos por tudo o que usamos
O sistema é antigo e não poupa ninguém
Somos todos escravos do que precisamos
Reduz as necessidades se queres passar bem
Que a dependência é uma besta
Que dá cabo do desejo
A liberdade é uma maluca
Que sabe quanto vale um beijo - A gente vai continuar (Jorge Palma)

 

Não gosto de me desculpar com arbitragens, aliás, não gosto de me desculpar com terceiros. Essencialmente, porque isso muitas vezes traduz uma não compreensão dos nossos próprios erros. E, não percebendo que falhamos, não podemos evoluir. Se é verdade que ninguém pode garantir que houve intenção em Jefferson de marcar com os pitons o seu oponente, também não é falso que ninguém possa atestar o seu contrário.

O que me parece claro é que o gesto de Jefferson nos saiu caro, provavelmente bem mais caro até do que o que seriam os ordenados de Nani até ao final da presente época. É que há despesas que têm associadas um rendimento e há despesas que são...despesas.

O brasileiro fez apenas uma temporada a alto nível com Leonardo Jardim. Depois, meteu-se numas birras, já com Marco Silva ao leme, aquando da recusa em vendê-lo por 7 ou 8 milhões de euros. A partir daí, nunca mais foi o mesmo. O seu poderoso arsenal de armas biológicas e químicas pode mostrar-se num jogo em Alvalade face ao Tondela, numa conferência de imprensa de apresentação ou num jogo decisivo a contar para a Liga Europa, pois nunca se sabe quando vai libertar aquele "gás" com potencial de destruição massiva para o seu próprio clube. 

 

Tudo nos cai em cima, mas a gente vai continuar. Os sportinguistas são resilientes, não se abatem. No entanto, é preciso urgentemente reflectir, mudar de rota e corrigir os erros. O clube tem à sua volta demasiada gente que se move por ódio e por interesse. Em ambos os hemisférios. Por isso, os homens livres, descomprometidos, moderados e que se movem por amor ao clube têm de se chegar à frente. É que urge terminar com este sistema dual, externo e interno, que nos corrompe a esperança e nos destroi a alma.

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