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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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Castigo Máximo

08
Fev21

A aritmética do título (2)


Pedro Azevedo

Sobre a aritmética do título já falei aqui em 4 de Janeiro. Basicamente, sempre que uma nova época se inicia traço o seguinte cenário: o Sporting vence todos os jogos contra as equipas denominadas de "médias" e "pequenas" e perde os jogos contra os outros 2 denominados de "grandes". No fim, obtém 90 pontos, mais 2 do que qualquer equipa - Benfica em 15/16, Porto em 17/18, com 88 pontos - já conseguiu desde que o campeonato é disputado por 18 equipas e a vitória vale 3 pontos.

 

Dito isto, há um facto novo no horizonte. Com o empate consentido ontem pelos portistas em Braga, a equipa de Sérgio Conceição já só poderá somar 88 pontos finais. Como Benfica e Braga apenas poderão matematicamente ambicionar chegar aos 85 pontos, o Sporting, mesmo que venha a perder com o Benfica e Porto, se ganhar todos os jogos contra as equipas "pequenas" e "médias" somará sempre 90 pontos (podendo até chegar aos 96 com os pontos bónus), um cenario que pode servir de motivação extra a todos os nossos jogadores. 

 

E como chegámos aqui? Assumindo o pressuposto inicial, 4 derrotas e 30 vitórias significariam 90 pontos. Ora, é sabido que no entretanto perdemos 4 pontos contra "pequenos" e "médios", empatando em Famalicão e em casa contra o Rio Ave. Ora, tal deveria limitar o nosso horizonte final a 86 pontos. Acontece que o empate e a vitória caseira contra Porto e Benfica, respectivamente, foram 4 pontos de bónus face ao cenário esboçado de início. Assim sendo, o Sporting mantém-se na rota dos 90 pontos.

 

Evidentemente, a meio de uma maratona não se pensa na meta final. Pelo contrário, sendo natural até que surja a "dor de burro" provocado pela acumulação de ácido láctico, a concentração deverá estar no quilómetro seguinte. Estabelecem-se assim metas intermédias que é preciso superar. E é de ir vencendo cada uma que depende o êxito final. Assim também acontece no futebol, tal como tem sido exemplarmente explicado por Rúben Amorim através da frase "jogo a jogo". Façamos então de cada um desses jogos uma final, sendo certo que a partir de ontem ficámos a saber que superando 15 deles seremos de certeza campeões. Mas isso ainda vem longe, pensamos sim em Barcelos. É que olhar muito prospectivamente pode dar galo, melhor mesmo será pensar sempre no futuro próximo. 

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